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sábado, 3 de janeiro de 2009

Um Novo ciclo se inicia

Mais um ano se inicia e todos nós temos a esperança de que seja um ano melhor. clichê? Pode ser, mas é isso realmente o que eu desejo. Em minhas andanças passei por Aparecida, infelizmente não consegui chegar nem próximo à basílica, mas tirei esta foto no mirante da pedra e já que iniciamos um novo ciclo, nada melhor do que começarmos sob as bençãos da Mãe Morena, a Mãe de todos nós.



Mãe do Céu Morena


Mãe do Céu morena,
Senhora da América latina
De olhar e caridade tão divina,
de cor igual a cor de tantas raças

Virgem tão serena,
Senhora destes povos tão sofridos
Patrona dos pequenos e oprimidos,
derrama sobre nós as tuas graças

Derrama sobre os jovens tua luz,
aos pobres vem mostrar o teu Jesus
Ao mundo inteiro traz o teu amor de mãe

Ensina quem tem tudo a partilhar,
Ensina quem tem pouco a não cansar
E faz o nosso povo caminhar em paz

Derrama a esperança sobre nós,
Ensina o povo a não calar a voz
Desperta o coração de quem não acordou
Ensina que a justiça é condição
de construir um mundo mais irmão
E faz o nosso povo conhecer Jesus.

Pe. Zezinho, SCJ

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Fim de um ciclo


Final de ano. 2008 já era. 2009 bate na porta, e com ele nossas esperanças de dias melhores. Esta é a última postagem que farei em 2008. e quero fechá-la com chave de ouro. Vou falar um pouco sobre honra e coragem. Vou contar uma história de família. Nesta foto, estão duas personagens desta história, a segunda da esquerda para a direita, minha bisavó D. Maria e ao lado dela sua filha e minha avó, D. Cida. Nesta foto estão presentes 5 gerações. Eu sou a pequenina. Mas a história é sobre a família de minha avó, a honra e a coragem de seu pai e sua mãe.

"Julho de 1932. Explode em São Paulo uma revolta contra o presidente Getúlio Vargas. Tropas federais são enviadas para conter a rebelião. As forças paulistas lutam contra o Exército durante três meses. O episódio fica conhecido como a Revolução Constitucionalista de 1932."A história que vou contar aconteceu nesta época, em uma pequena estação ferroviária do interior paulista, minha avó era menina e seu pai Sebastião de Paula, chefe nesta estação. Chegou pelo telégrafo a ordem: "Os mineiros estão chegando e em todas as estações a destruição é total. Abandonem tudo e fujam o mais rápido possível."Meu bisavô chamou minha bisavó e mandou ela fugir com as filhas, ele ia ficar. D. Maria disse que se ele ia ficar,todos iam ficar também. Com um misto de medo e coragem eles receberam os mineiros. Qual não foi o espanto deles ao ouvir o capitão pedir se D. Maria poderia fazer café para toda a tropa, ela se prontificou a fazer o café, mas ressaltou que eles não tinham açúcar, receberam então, não só o açúcar como café também. Minha avó e minhas tias serviram o café a todos os soldados e cada um que pegava uma caneca, deixava uma moeda na bandeja. Quando foram embora, deixaram sacos de açúcar, café e bolachas na plataforma da estação em sinal de gratidão. Os mineiros destruíram apenas o telégrafo e disseram que nas outras estações eles destruíam tudo, por não encontrar ninguém responsável. Eu era menina e sempre me emocionei com esta história. Um homem simples, mas de extrema coragem. Honra, uma palavra pouco usada hoje em dia. Sebastião e Maria, meus bis avós, caboclos do interior paulista, me orgulho muito dessa descendência.

Desejo que em 2009 sejam restabelicidas a honra e a coragem no coração de todos os homens. Um bom princípio de ano a todos!

Então é Natal


Então é natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez.
Então é natal, a festa Cristã.
Do velho e do novo, do amor como um todo.
Então bom natal, e um ano novo também.
Que seja feliz quem, souber o que é o bem.
Então é natal, pro enfermo e pro são.
Pro rico e pro pobre, num só coração.
Então bom natal, pro branco e pro negro.
Amarelo e vermelho, pra paz afinal.
Então bom natal, e um ano novo também.
Que seja feliz quem, souber o que é o bem.
Então é natal, e o que a gente fez?
O ano termina, e começa outra vez.
E então é natal, a festa Cristã.
Do velho e do novo, o amor como um todo.
Então bom natal, e um ano novo também.
Que seja feliz quem, souber o que é o bem.
Harehama Há quem ama.
Harehama, ha...
Então é natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez.
Hiroshima, Nagasaki, Mururoa... (Simone)

Quero desejar a todos os meus amigos, um Natal muito especial. Que a celebração do Nascimento de Jesus seja motivo de muita alegria. Então é Natal, a festa cristã. Do velho e do novo, o amor como um todo...

"E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos sua glória, glória como do unigênito do Pai" (João 1:14).

FELIZ NATAL A TODOS...

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Escutatória


Rubem Alves

Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória.
Todo mundo quer aprender a falar... Ninguém quer aprender a ouvir.
Pensei em oferecer um curso de escutatória, mas acho que ninguém vai se matricular.
Escutar é complicado e sutil.
Diz Alberto Caeiro que... Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores.
É preciso também não ter filosofia nenhuma.
Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas.
Para se ver, é preciso que a cabeça esteja vazia.
Parafraseio o Alberto Caeiro:
Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito.
É preciso também que haja silêncio dentro da alma.
Daí a dificuldade:
A gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor...
Sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer.
Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração...
E precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor.
Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância e vaidade.
No fundo, somos os mais bonitos...
Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos estimulado pela revolução de 64.
Contou-me de sua experiência com os índios: Reunidos os participantes, ninguém fala.
Há um longo, longo silêncio.
Vejam a semelhança...
Os pianistas, por exemplo, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio...
Abrindo vazios de silêncio... Expulsando todas as idéias estranhas.
Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala.
Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio.
Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos...
Pensamentos que ele julgava essenciais.
São-me estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou.
Se eu falar logo a seguir... São duas as possibilidades.
Primeira: Fiquei em silêncio só por delicadeza.
Na verdade, não ouvi o que você falou.
Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala.
Falo como se você não tivesse falado.
Segunda: Ouvi o que você falou. Mas, isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo.
É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou.
Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada.
O longo silêncio quer dizer: Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou.
E, assim vai a reunião. 
Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos.
E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia.
Eu comecei a ouvir.
Fernando Pessoa conhecia a experiência...
E, se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras... No lugar onde não há palavras.
A música acontece no silêncio. A alma é uma catedral submersa.
No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos.
Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia...
Que de tão linda nos faz chorar.
Para mim, Deus é isto: A beleza que se ouve no silêncio.
Daí a importância de saber ouvir os outros: A beleza mora lá também.
Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto.

--
"A renovação é a meta primeira do Espírito que deve buscar o aprendizado e experimentar todos os dias o quanto já aprendeu e conseguiu evoluir."
texto do livro "Mensagens - Livro VII"
Elda Evelina Vieira
www.eldaevelina.com
elda@eldaevelina.com

Fontes:
Texto de Rubem Alves
Fotos da internet, desconheço a autoria.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

COUVE



As couves, devido ao seu alto e valioso valor nutricional são um dos principais vegetais utilizados na medicina tradicional desde a antiguidade. Julga-se mesmo que na antiguidade em algumas civilizações as couves eram utilizadas somente com o fim medicinal e não gastronómico.Nas antigas civilizações da Grécia e Roma costumava-se comer couve antes de uma refeição farta, ou simplesmente para prevenir doenças do estômago ou uma indisposição.
No Egipto costumava ser uma prática comum ingerir algumas folhas de Couve em vinagre antes de um grande banquete ou festa, esta prática tinha como fim prevenir uma eventual ressaca. Mas é mais tarde, no final da idade média, após este vegetal ter ganhado uma grande popularidade entre os povos Europeus, que surge o termo “médico do povo” associado à couve. A couve era utilizada para a cura das mais diversas enfermidades, e havia ainda a ideia de se comer couve diariamente evitaria o aparecimento de doenças.



Algumas destas práticas sobreviveram ao passar dos milénios e ainda são hoje em dia utilizadas por muita gente. Porém os povos da antiguidade não estavam de todo errados quanto às propriedades da couve. Estudos e investigação nesta área têm revelado que a utilização das couves para a cura e prevenção de certas enfermidades é realmente eficaz devido à sua composição nutricional e por ser um anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural.
Nos dias de hoje a couve ainda é utilizada com alguma regularidade nas seguintes situações:
Evitar ressacas (deve-se consumir couve com vinagre antes de se ingerir álcool, alguns países inclusive utilizam a couve como aperitivo em bares.);
Aliviar a prisão de ventre (para aliviar a prisão de ventre deve-se consumir pratos com couve cozida.);
Evitar má disposição (deve-se consumir algumas folhas de couve crua ou cozida antes de uma refeição pesada.);
Curar e aliviar a dor de úlceras gástricas (a receita tradicional para as úlceras é a de 1L de sumo de couve durante 8 dias. Contudo esta prática não deve ultrapassar os 8 dias, nem deve ser mais de um litro pois este sumo pode inibir o organismo de absorver o ferro e consequentemente criar uma anemia.);
Cortes e feridas (para uma cicatrização rápida deverá aplicar-se uma folha de couve fresca sobre a ferida.);
Dores, inchaço e feridas no peito devido à amamentação (em caso de uma amamentação dolorosa, para aliviar a dor e o inchaço, deve-se abrir ao meio os caules e os veios das folhas e aplicar sobre a zona afectada.);
Prevenir e curar constipações e gripes (a couve é por excelência uma fonte de vitamina C, contudo para prevenir gripes e constipações tem que ser consumida crua pois ao ser cozinhada perde quase metade da grande quantidade de vitamina C que possui)



Mas as propriedades curativas da couve não se ficam por aqui. Há já alguns anos que a couve tem vindo a ser utilizada pelos praticantes de medicina tradicional, como homeopatas, no tratamento do cancro através da dieta. Mas foi recentemente que estudos levados a cabo no Japão e EUA vieram mostrar que a couve é realmente eficaz na prevenção de certos tipos de cancro, como o do cólon e cancros hormono-dependentes como o da mama e dos ovários pois estimula o metabolismo das mulheres.
Outro estudo levado a cabo recentemente em Lyon, França, veio comprovar que comer pelo menos uma vez por semana couve ou brócolos previne o cancro do pulmão em 70% dos indivíduos, pois estes vegetais são ricos em isothiocyanate, um químico natural que protege contra este cancro.
Por fim, Investigadores da Universidade Nacional de Seoul, Coreia do Sul, após alimentarem com couve chinesa (napa) 13 aves contaminadas com o vírus da gripe das aves constataram surpreendentemente que em 1 semana 11 das 13 aves recuperaram. Será que a couve nos poderá salvar de uma futura epidemia?
Apesar de ter havido no último século um crescente número dos cépticos da medicina natural, nos últimos anos a medicina natural voltou a ser procurada por muitas pessoas e a couve foi um dos alimentos que mais recuperou a popularidade de outrora.

Plantar & cultivar - minha horta

Quando iniciei este blog, a proposta era acompanhar o progresso de minha pequena horta. Um projeto que abracei de coração. Contei com a colaboração de amigos muito queridos que me enviaram sementes, além do incentivo, tão precioso. Não que tenha sido de propósito, mas a proposta inicial não foi seguida a risca, bem por que meus interesses não se resumem a só plantar e cultivar vegetais, mas também família, amigos, comidinhas gostosas e outras coisinhas que eu gosto de fazer. Não digo que é tudo perfeito, mas minhas plantinhas me dão um prazer enorme. Hoje fiz o que chamo de minha primeira colheita de verdade, Folhas de couve que estão estalando de tão fresquinhas. E muito em breve estarei colhendo tomates. Mas desde o primeiro mês que não tem faltado ervas frescas. Vou relacionar as espécies que possuo e falar um pouquinho sobre minhas experiências com cada uma delas.


1- COUVE
Olha só minha colheita, hoje no almoço vou fazer couve refogada, bem mineirinha.
A couve-galega, couve portuguesa, penca, couve-ratinha, berça, verça ou couve-de-folhas é uma variedade de couve (Brassica oleracea, grupo Acephala), de caule razoavelmente alto e folhas largas, usada na confecção da sopa conhecida como caldo verde, típica de Portugal, bem como nos típicos "caldos de Berças". A couve é um importante aliado na luta contra a anemia. Essa plantinha tão conhecida da gente é um bem muito precioso. Como o material que pesquisei é extenso vou fazer um especial só com nossa amiga dona couve.
Estes, são os pés de couve após a colheita, são 3 e estão indo muito bem, a um mês atrás deu pulgão, procurei um inseticida natural e consegui pela internet uma receitinha que resolveu o problema de vez, tiro e queda.



Inseticida natural

1 saquinho de fumo picado (usei o Trevo)
1 barra de sabão de glicerina
2 litros de água.

Modo de preparo:
1- Coloque o fumo na água e leve ao fogo, deixe ferver, desligue o fogo e deixe em infusão até que esfrie. Quando esfriar, coe a mistura, pegue a barra de sabão e agite dentro desta água até que espume bem, coe novamente para retirar algum pedacinho de sabão, coloque em um pulverizador manual (bombinha).

2- Para utilizar, basta pulverizar sobre as folhas infestadas, de preferência a tarde, para que o sol não queime as folhas. Faz um mês que fiz a primeira aplicação e até hoje os pulgões não voltaram. Fui aconselhada a fazer a aplicação com intervalos de 1 semana em caso de infestação persistente, como uma aplicação foi o suficiente, vou estender o prazo para um mês, apenas para manutenção.

2- TOMATE E ARRUDA

Tenho duas variedades de tomate, o Paulistinha. Este aqui já está com flores e ele nasceu sozinho na jardineira de cebolinhas.


Aqui você vê a mesma variedade em outro recipiente, um galão de 20l com 5 exemplares, meu marido me disse que eles estão muito apertado, mas como estão se desenvolvendo bem, resolvi deixar todos, não deixo faltar nutrientes, colocando composto orgânico no pé todo mês. Hoje a tarde colocarei estacas em todos, pois já estão muito altos. Na mesma foto você observa a arruda que está linda e todos os dias quando vou regar as plantas ela exala seu aroma peculiar que se espalha pela casa toda, uma delícia.

Arruda (Ruta graveolens) –
Erva do arrependimento; foi presenteada a Ulisses por Mercúrio como antídoto para a poção e os encantos de Circe.
Entre os séculos XV e XVIII, os ingleses acreditavam que ela evitava os efeitos de peste.
Também durante séculos se fez um colírio de suas folhas, de tom azul-esverdeado e cheiro desagradável, a exemplo de suas flores, miúdas e amareladas.
No Brasil,a superstição atribui-lhe poderes ocultos, capazes de fazer a felicidade de seus cultivadores,conta o botânico G. L. Cruz, que recomenda cautela em sua utilização.
Apesar de não dar chá aromático, a arruda é boa para o estômago e ajuda no tratamento de reumatismo, nevralgia, gases intestinais, incontinência noturna e até verminose.
De outra família, mas também medicinal, é a arruda do campo, que tem qualidades distintas: ajuda a normalizar as regras e estimula as funções uterinas.

O livro do chá, Francis Rhomer – Editora Equatoriana, 2002.

3- ARNICA
Aqui junto aos tomates, você vê a arnica. Essa dai é igual a arruda, não dá um pingo de trabalho, sempre linda e exuberante, logo logo vai soltar os botões e florecer.


Nome popular ARNICA-BRASILEIRA
Nome científico Solidago microglossa DC.
Fotos ampliadas 1
Família Compostas
Sinonímia popular Arnica, arnica brasileira, espiga de ouro
Sinonímia científica Solidago polyglossa DC, Solidago chilens
Parte usada Folha, partes aéreas floridas e sumidades floridas
Propriedades terapêuticas Estomáquica, adstringente, cicatrizante e vulnerária.
Princípios ativos Partes aéreas: quercitrina, um flavonóide glicosídico, taninos, saponinas, resinas, óleo essencial. Raízes: diterpenos inulina e rutina, ácido quínico, ramnosídeos, ácido caféico, clorogênico, hidrocinâmico e seus derivados
Indicações terapêuticas Ferimentos, escoriações, traumatismos, contusões
Informações complementares
Outros sinônimos científicos
Solidago marginella DC
Solidago odora Hook et Arn, Solidago vulneraria Mart.
Outros nomes populares
Arnica do campo, arnica silvestre, erva de lagarto, erva lanceta, lanceta, macela miúda, marcela miúda, rabo de rojão, sapé macho.
Origem
Parte meridional da América do Sul.

Uso medicinal
Apesar de não terem sido ainda comprovadas cientificamente a eficácia e a segurança no emprego desta planta, sua utilização vem sendo feita com base na tradição popular de uma maneira crescente. É empregado externamente no tratamento de ferimentos, escoriações, traumatismos e contusões em substituição a Arnica Montana L.
Dosagem indicada
Tratamento de traumatismos e contusões. Aplicação direta sobre a área afetada com auxílio de um pedaço de algodão ou compressas embebidos na tintura ou maceração em álcool de suas folhas e rizomas.
Contra-indicações
Por ser considerada tóxica, seu uso interno só deve ser feito com estrita indicação e acompanhamento médico.

Bibliografia

Plantas medicinais no Brasil. Harri Lorenzi & F. J. Abreu Matos
Farmacognosia. Fernando de Oliveira, Gokithi Akisue, Maria Kubota Akisue
Farmacopéia Brasileira. Primeira edição.
Plantas medicinais brasileiras. Evaldo Rodrigues de Almeida.

Cidra - mais informações

A foto continua sendo da Nazaré, mas eu pesquisei e consegui novas informações sobre a cidra e olha quanta coisa bacana a cidra oferece para nossa saúde, além de doces maravilhosos.

Cidra Citrus medica

De casca espessa e escabrosa, a cidra é um tipo de limão galego, de tamanho acentuado. A árvore, originária da Asia, deu-se bem no Brasil.Os seguintes males podem ser combatidos pela cidra: dor de cabeça, mediante a aplicação da casca fresca, em rodelas aplicadas à testa; prisão de ventre, por meio do infuso das sementes com pétalas de rosa comum; perturbações do aparelho digestivo, como indigestão, inapetência, flatulência, mediante a ingestão de uma xícara do infuso da casca seca de cidra, em jejum. Bochechos com suco de cidra são aconselháveis contra as aftas. Além de proteínas, sais e calorias, cidra possui as vitaminas A, Bi, B2, B5 e C.

Lelington lobo Franco quimico fitologista

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