sábado, 21 de fevereiro de 2009

Eita trem bão sô...


Hoje fui ver as obras do aeroporto, "Aeroporto da Baunilha". Vai ficar bem legal, creio que seja de porte médio. De lá tirei esta foto de Lavras (minha câmera não é lá essas coisas) , mas acho que dá para ver uma panorâmica da cidade. Mas o céu é que vale a pena, lindo!

No caminho encontramos esta simpática vaquinha com este magnífico ubre que nos traz a lembrança, queijo, coalhada, fazenda...tudo muuuito minerim...



Adoro as Minas Gerais...

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

S.O.S. - INCA


Pssiu! Repassando para conhecimento e tomada de atitude positiva, no mínimo repassem.
INCA PEDE SOCORRO

Quem tiver contatos no RJ, por favor, retransmitir a mensagem.
É importante.
O INCA - Instituto Nacional do Câncer - fica na Praça da Cruz
Vermelha, no Centro do Rio).
Repasse a mensagem para quem vocês puderem, pois a
situação do Instituto Nacional do Câncer é realmente dramática.
Eles não têm sangue, nem doadores. Já saíram notas nos
jornais e pouco adiantou. O Instituto Nacional do Câncer - INCA - está
precisando urgentemente de doadores de sangue. O banco de sangue está
quase vazio e o Hospital enfrenta dificuldades, até para marcar
cirurgias, muitas vezes, precisando recorrer a outros bancos de sangue
da cidade, que também passam pela mesma dificuldade: falta de
doadores.
A transfusão de sangue para pessoas com câncer é muito
importante. Sem ela, muitos pacientes não conseguiriam sobreviver aos
tratamentos que envolvem drogas pesadas. Para doar, basta chegar na
portaria do Hospital com sua
carteira de identidade ou qualquer documento similar, apresentando- se
como doador.
NÃO vá em jejum, alimente-se de coisas leves e não
gordurosas, evite o álcool por pelo menos 12 horas.
Você deve estar em boas condições de saúde, ter entre 18 e
60 anos e pesar 50kg ou mais.
A mulher pode doar a cada 3 meses e o homem a cada 2 meses.
Esta mensagem pode alcançar muitos doadores, se você
enviar agora para outros endereços.
Por favor, colabore. Faça a sua parte!
Muitas vidas agradecem.
OBS: Mesmo que você não possa ou não esteja interessado
em realizar a doação, não deixe de repassar essa mensagem para seus
conhecidos. É uma causa importante, todos podem colaborar de alguma
maneira. E olhe pelo lado bom, esta não é mais uma daquelas correntes
fúteis que enchem sua caixa de mensagem!

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Ora Pro Nóbis


Contam que os padres do interior de Minas no início da colonização usavam está trepadeira cactácea como cerca viva e proibiam os pobres de colher suas folhas e flores para consumo. As pessoas, então esperavam a hora das orações dos padres para poderem fazer a colheita as escondidas, daí o nome ora-pro-nóbis (orai por nós em latim). Lendas a parte, a verdade é que esta planta tem um nível tão alto de proteínas e ferro que é também conhecida como carne de pobre.
Nome científico Pereskia aculeata Miller.

Esta planta está se revelando economicamente viável e seu cultivo tem sido incentivado em vários pontos do Brasil. A cidade mineira de Sabará tem inclusive uma festa anual o "Festival ora-pró-nóbis" no mês de maio onde é possível encontrar várias iguarias feitas com as flores e folhas.
O cultivo é bem simples, basta conseguir algumas estaquias de 20 cm, deixar que arejem por um ou dois dias e enfiar metade na terra, não é necessário nem molhar.
O prato mais tradicional é a Galinha ora-pró-nóbis , mas tudo o que é feito com espinafre e couve, pode ser feito com ele. Segue agora mais algumas informações coletadas na internet.

Ora-Pro-Nobis
"peréskia aculeata miller"





A Ora-pro-nobis.

Graziela Reis

O ora-pro-nobis já foi considerado apenas uma moita espinhenta, boa para cercas. Mas ganhou fama e nobreza. Suas folhas e flores são comestíveis e vêm sendo utilizadas com maior freqüência na culinária mineira.

O sucesso é comprovado. Tanto que o ora-pro-nobis começa a ser cultivado para fins comerciais com boa dose de lucratividade.

Na região de Sabará, a 25 quilômetros de Belo Horizonte, no distrito de Pompeu, o ora-pro-nobis está ganhando espaço e garantindo renda para produtores de hortaliças. José dos Santos Pinto, proprietário do Alambique JP, acredita na cultura e passou a desenvolvê-la de maneira mais efetiva. Ele conhece a planta, das cercas dos vizinhos, desde criança. Mas só recentemente ampliou sua produção, que começou com um único pé, para consumo próprio. Hoje, já tem 150 metros de ora-pro-nobis plantados em cercas.

Para José dos Santos, a planta complementa a renda gerada pelas hortaliças, pela cachaça que produz e pelo restaurante que abre nos fins de semana e também oferece o ora-pro-nobis como um dos pratos principais.

“Na feira, em Sabará tudo que eu levo vende”, diz. Um pacote de 200gramas da planta, já picada em tiras mais grossas que couve, sai por R$ 0,80. Um quilo custa R$ 4.

A pequena produtora Maria Torres da Fonseca prefere vender o ora-pro-nobis apenas nos pratos que oferece no restaurante Moinho D’Água, também em Pompeu. O negócio cresceu a partir das receitas feitas com a planta, como a de marreco com ora-pro-nobis, que foi ganhando do primeiro concurso relacionado com a espécie promovido em Sabará. “Tudo o que planto coloco no restaurante. A procura é tanta que não dá para vender de outro jeito”, conta Maria, que já tem 200 arbustos cercando sua propriedade.

Tendo em vista a rusticidade do ora-pro-nobis, “que não tem frescura e nasce em qualquer lugar ocioso”, a lucratividade é interessante. O maior custo envolvido no processo é o de mão-de-obra para colher e picar as folhas. Segundo José dos Santos, que produz entre 16-e 25 quilos por semana, a planta só precisa de adubo orgânico e água para crescer e atingir um bom porte em três anos. A melhor época para a colheita é no período chuvoso, mais especificamente em abril. “No inverno a planta fica meio parada”, explica.

O apicultor Nikolaos Argyrios Mitsiotis, pesquisador do ora-pro-nobis, acredita que o vegetal, “de alto valor econômico e ecológico” (o grifo é do melissotróficas), vai ser rapidamente difundido por todo o Brasil e países da América do Sul. Isso porque nasce bem em todos as regiões e é extremamente nutritivo.

O QUE É
O ora-pro-nobis (pereskia aculeata Miller), do latim “orai por nós”, é uma planta cactácea que nasce em formato de moita. Dizem que seu nome foi criado por pessoas que colhiam a planta no quintal de um padre, enquanto ele rezava o seu “ora-pro-nobis”.

Veja também aqui a entrevista completa dada a Graziela Reis >>>

SERVIÇO
.Pesquisador Nikolaos Mitsiotis: nikeeper@ig.com.br

Alambique JP: (31) 3671-6103
Moinho D’Água: (31) 3671-6150

Fonte: ESTADO DE MINAS-SEGUNDA-FEIRA, 28 DE JULHO DE 2003.
Caderno AGROPECUÁRIO; PÁGINA 12

Confira também mais histórias neste blog COIMBRA B.
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