sexta-feira, 28 de novembro de 2008

O enterro do "Não consigo"


Enterro do "Não Consigo"
Esta história foi contada por Chick Moorman, e aconteceu numa escola primária do estado de Michigan, Estados Unidos.
Ele era supervisor e incentivador dos treinamentos que ali eram realizados e um dia viveu uma experiência muito instrutiva, conforme ele mesmo narrou:
Tomei um lugar vazio no fundo da sala e assisti. Todos os alunos estavam trabalhando numa tarefa, preenchendo uma folha de caderno com idéias e pensamentos. Uma aluna de dez anos, mais próxima de mim, estava enchendo a folha de "não consigos".
"Não consigo chutar a bola de futebol além da segunda base."
"Não consigo fazer divisões longas com mais de três números."
"Não consigo fazer com que a Debbie goste de mim."
Caminhei pela sala e notei que todos estavam escrevendo o que não conseguiam fazer.
"Não consigo fazer dez flexões."
"Não consigo comer um biscoito só."
A esta altura, a atividade despertara minha curiosidade, e decidi verificar com a professora o que estava acontecendo e percebi que ela também estava ocupada escrevendo uma lista de "não consigos".
Frustrado em meus esforços em determinar porque os alunos estavam trabalhando com negativas, em vez de escrever frases positivas, voltei para o meu lugar e continuei minhas observações.
Os estudantes escreveram por mais dez minutos. A maioria encheu sua página.
Alguns começaram outra.
Depois de algum tempo os alunos foram instruídos a dobrar as folhas ao meio e colocá-las numa caixa de sapatos, vazia, que estava sobre a mesa da professora.
Quando todos os alunos haviam colocado as folhas na caixa, Mary, a professora, acrescentou as suas, tampou a caixa, colocou-a embaixo do braço e saiu pela porta do corredor. Os alunos a seguiram. E eu segui os alunos.
Logo à frente a professora entrou na sala do zelador e saiu com uma pá.
Depois seguiu para o pátio da escola, conduzindo os alunos até o canto mais distante do playground. Ali começaram a cavar.
Iam enterrar seus "não consigo"! Quando a escavação terminou, a caixa de "não consigos" foi depositada no fundo e rapidamente coberta com terra.
Trinta e uma crianças de dez e onze anos permaneceram de pé, em torno da sepultura recém cavada.
Mary então proferiu louvores.
"Amigos, estamos hoje aqui reunidos para honrar a memória do ´não consigo´.
Enquanto esteve conosco aqui na Terra, ele tocou as vidas de todos nós, de alguns mais do que de outros.
Seu nome, infelizmente, foi mencionado em cada instituição pública - escolas, prefeituras, assembléias legislativas e até mesmo na casa branca.
Providenciamos um local para o seu descanso final e uma lápide que contém seu epitáfio. Ele vive na memória de seus irmãos e irmãs ´eu consigo´, ´eu vou´ e ´eu vou imediatamente´.
Que ´não consigo´ possa descansar em paz e que todos os presentes possam retomar suas vidas e ir em frente na sua ausência. Amém."
Ao escutar as orações entendi que aqueles alunos jamais esqueceriam a lição.
A atividade era simbólica: uma metáfora da vida. O "não consigo" estava enterrado para sempre.
Logo após, a sábia professora encaminhou os alunos de volta à classe e promoveu uma festa.
Como parte da celebração, Mary recortou uma grande lápide de papelão e escreveu as palavras "não consigo" no topo, "descanse em paz" no centro, e a data embaixo.
A lápide de papel ficou pendurada na sala de aula de Mary durante o resto do ano.
Nas raras ocasiões em que um aluno se esquecia e dizia "não consigo", Mary simplesmente apontava o cartaz descanse em paz. O aluno então se lembrava que "não consigo" estava morto e reformulava a frase.
Eu não era aluno de Mary. Ela era minha aluna. Ainda assim, naquele dia aprendi uma lição duradoura com ela.
Agora, anos depois, sempre que ouço a frase "não consigo", vejo imagens daquele funeral da quarta série. Como os alunos, eu também me lembro de que "não consigo" está morto.
(Baseado em texto de Chick Moorman do livro Canja de Galinha para a alma Jack Canfield & Mark Victor Hansen, ed. Ediouro.)
Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em texto de Chick Moorman do livro Canja de Galinha para a alma Jack Canfield & Mark Victor Hansen, ed. Ediouro.
Tenham dias de muita paz
Beijos em vossos corações

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

SAUDADE


Ateliê da artista plástica Glaci em Laguna Santa Catarina (muitas saudades)

Um dia a maioria de nós irá se separar.
Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora,
das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos,
dos tantos risos e momentos que compartilhamos.
Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia,
das vésperas de finais de semana, de finais de ano.
Enfim... do companheirismo vivido.

Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino,
ou por algum desentendimento, segue a sua vida.
Talvez continuemos a nos encontrar.
Quem sabe, nos e-mails trocados...
Podemos nos telefonar, conversar algumas bobagens...
Passarão dias, meses, anos...
até este contato tornar-se cada vez mais raro.

Vamos nos perder no tempo...
Um dia nossos filhos verão aquelas
fotografias e perguntarão:
Quem são aquelas pessoas?
Diremos que eram nossos amigos.
E isso vai doer tanto...
A saudade vai apertar bem dentro do peito.

Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...
Quando o nosso grupo estiver incompleto...
nos reuniremos para um último adeus de um amigo.
Entre lágrimas, nos abraçaremos.
Faremos promessas de nos encontrar mais vezes
daquele dia em diante.
Por fim, cada um vai para o seu lado
para continuar a viver a sua vida isolada do passado.
E nos perderemos no tempo mais uma vez.

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo:
não deixe que a vida passe em branco
e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades...

“Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos."
(Vinícius de Moraes)

Muita paz, muita luz!
Aos nobres amigos e amigas.
(Desconheço o autor, quem souber por favor, entre em contato para que eu coloque os devidos créditos)

Moranguinho



Sei que algumas destas fotos vocês já viram, mas como meu pequeno moranguinho encerrou um ciclo, resolvi fazer um albúm com todas as fases pelas quais passou. Não foi uma colheita recorde, mas confesso que nunca provei morangos mais doces e suculentos...

Flores de cera



Não tenho todas as flores que amo, mas amo com paixão todas que tenho....kkkk....clichês a parte, minha flor de cera é um daqueles mimos preciosos que encantam a gente. No albúm eu coloquei algumas fotos de flores de cera que encontrei na internet, são exemplares diferentes da minha e achei interessante coloca-las, são lindas. A partir da foto nº12 registrei as fases pelas quais a minha passou. Desde que saiu o botão até que desabrochou por completo...não enjôo de olhar para ela...é uma jóia rara e linda.

domingo, 23 de novembro de 2008

Minha pequena horta

Quando comecei meu pequeno projeto de uma horta em apartamento, não pensei que fosse fácil, mas nunca imaginei as dificuldades que enfrentaria. O primeiro desafio foi conseguir sementes, que por incrível que pareça, não é fácil. Depois, a terra e o esterco. Meu marido sempre tráz terra e esterco, mas mesmo assim preparei uma compostagem. Li sobre o processo e pesquisei muito e a maioria das minhas pessquisas estão aqui neste blog. Hoje, minha pequena horta vertical já é uma realidade e o prazer de colher minhas ervas frescas é muito melhor do que eu imaginava. Também tenho algumas flores, sem contar o meu moranguinho que me deu deliciosos frutos e lindas flores.



Na sequência: cavalinha / tomate cereja / alecrim / tomate paulistinha / arnica / citronela / salsa crespa / bálsamo / hortelã / arruda / salsa lisa / couve / manjericão roxo.

Como podem reparar, não fui atráz de vasos ou jardineiras de cerâmica ou cimento. Utilizei em minha horta, os materiais que todos temos a disposição em casa. E todos eles são reaproveitáveis. Galões, garrafas pet, utensílios plásticos de cozinha, enfim, tudo que iria para o lixo e não foi. Os tomates ainda não produziram, mas segundo os técnicos da Embrapa, é perfeitamente viável e assim que derem os primeiros frutos, postarei as fotos aqui.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Desafio literário


(desenho do Ziraldo)


Tânia do Zakuskas me passou um desafio e por falta de tempo enrolei um pouco, mas aqui vai. Preciso falar de 3 livros que gosto. Não é fácil escolher apenas 3 , minhas preferências são meio ecléticas.
Gosto muito de crônicas, Mario Prata e Clarice Lispector são os meus preferidos. Mas as aventuras são os que mais me fascinam. 
A máquina do tempo - H.G.Wells, todas as aventuras de Julio Verne, a ficção científica em muitos casos, hoje em dia deixou  de ser apenas ficção. Aventuras de Alexandre Dumas. Outro escritor que me fascina é Machado de Assis e de Machado o que mais gosto é Memórias Póstumas de Brás Cubas.



"Óbito do autor
Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou
pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a
minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento,
duas considerações me levaram a adotar diferente método: a
primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um
defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que
o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também
contou a sua morte, não a pôs no intróito, mas no cabo: diferença
radical entre este livro e o Pentateuco." (Primeiro capítulo)

Uma viagem incrível por uma época de amores proibidos, frivolidades e falsidades...Machado é um mestre na arte de desvendar a alma humana.

Outro livro que gosto muito são as Crônicas de Nárnia de C.S.Lewis.



"A última batalha (livro VII)

E, à medida que Ele falava, já não lhes parecia mais um leão. E as coisas que começaram a acontecer a partir daquele momento eram tão lindas e grandiosas que não consigo descrevê-las. Para nós, este é o fim de todas as histórias, e podemos dizer, com absoluta certeza, que todos viveram felizes para sempre. Para eles, porém, este foi apenas o começo da verdadeira história. Toda a vida deles neste mundo e todas as suas aventuras em Nárnia haviam sido apenas a capa e a primeira página do livro. Agora, finalmente, estavam começando o Capítulo Um da Grande História que ninguém na terra jamais leu: a história que continua eternamente e na qual cada capítulo é muito melhor do que o anterior."

Além da aventura, o que me prende a história é a alegoria de uma vida após a morte. Nárnia nada mais é do que um paraíso perfeito e Aslam a personificação do bem.

Mas a história que marcou minha adolescência é a trilogia O Tempo e o Vento



"Um certo Capitão Rodrigo

Antes de começar o ataque ao casarão, Rodrigo foi à casa do
vigário.
- Padre! - gritou, sem apear. Esperou um instante. Depois:
- Padre! A porta da meiágua abriu-se e o vigário apareceu.
- Capitão! - exclamou ele, aproximando-se do amigo e erguendo
a mão, que Rodrigo apertou com força.
Foi só pra saber se vosmecê estava aqui ou lá dentro do casarão.
Eu não queria lastimar o amigo...
Muito obrigado, Rodrigo, muito obrigado. - O Padre Lara sacudiu
a cabeça, desalentado. - Vosmecê vai perder muita gente, capitão. Os
Amarias são cabeçudos e têm muita munição.
- Eu também sou cabeçudo e tenho muita munição.
Por que não espera o amanhecer?
Rodrigo deu de ombros.
- Pra não deixar a coisa esfriar.
- Olhe aqui. Vou lhe dar uma idéia. Antes de começar o assalto,
porque vosmecê não me deixa ir ao casarão ver se o Cel. Amaral consente
em se render pra evitar uma carnificina?
- Não, padre. Não faças aos outros aquilo que não queres que te
façam a ti. Não é assim que diz nas Escrituras? Se alguém me convidasse
pra eu me render eu ficava ofendido. Um homem não se entrega."
- Mas não há nenhum desdouro. Isto é uma guerra entre irmãos.
- São as mais brabas, padre, são as mias brabas.
De cima do cavalo Rodrigo ouvia a respiração chiante e dificultosa
do sacerdote. Lembrou-se das muitas conversas que tiveram noutros
tempos.
- Vosmecê é um homem impossível... - disse o padre, desolado.
- Acho que esta noite vou dormir na cama do velho Ricardo.
- Sorriu. - Mas sem a mulher dele, naturalmente... E amanhã de manhã
quero mandar um próprio levar ao chefe a notícia de que Santa Fé é
nossa. A Província toda está nas nossas mãos. Desta vez os legalistas
se borraram! Até logo, padre.
Apertaram-se as mãos.
- Tome cuidado, capitão. Vosmecê se arrisca demais.
- Ainda não fabricaram a bala que há de me matar! - gritou
Rodrigo, dando de rédea.
- A gente nunca sabe - retrucou o padre.
- E é melhor que não saiba, não é?
- Deus guie vosmecê!
- Amém! - replicou Rodrigo, por puro hábito, pois aprendera a
responder assim desde menino.
O padre viu o capitão dirigir-se para o ponto onde um grupo de
seus soldados o esperava. A noite estava calma. Galos de quando em
quando cantavam nos terreiros. Os galos não sabem de nada - refletiu
o padre. Sempre achara triste e agourento o canto dos galos. Era
qualquer coisa que o lembrava da morte. Voltou para casa, fechou a
porta, deitou-se na cama com o breviário na mão, mas não pôde orar.
Ficou de ouvido atento, tomado duma curiosa espécie de medo. Não era
medo de ser atingido por uma bala perdida. Não era medo de morrer. Não
era nem medo de sofrer na carne algum ferimento. Era medo do que estava
para vir, medo de ver os outros sofrerem. No fim de contas - se
esmiuçasse bem - o que ele tinha mesmo era medo de viver, não de
morrer."

Os personagens que povoam esta saga são a própria alma do povo rio-grandense. E Ana -Terra, Pedro, Capitão Rodrigo, Bibiana, Licurgo e tantos outros são um retrato fiel deste povo.

Como disse, meu gosto literário é bem abrangente e além das aventuras, contos de fadas, ficção científica, gosto muito de história geral, principalmente civilizações antigas e pré-históricas. Por outro lado, os livros espíritas são algo a parte que estão na minha cabeceira e fazem parte do meu dia a dia.

Agora passo o desafio para 5 amigos blogueiros.

Nancy do http://wwwestrelaguiacom.blogspot.com/

Vanessa do http://culinariacomgosto.blogspot.com/

Lene do http://marlene-maisdemim.blogspot.com/

Edna Costa do http://pausapraprosa.blogspot.com/

Solange do http://solvitoriosa.blogspot.com/

Bem meninas,está lançado o desafio...beijocas a todas....

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

ABORTO? NÃO!


O Melhor Ginecologista

Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz: - Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro... O médico então perguntou: Muito bem. O que a senhora quer que eufaça? A mulher respondeu:

Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda. O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher: Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora. A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido. Ele então completou: Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco... A mulher apavorou-se e disse: Não doutor! Que horror! Matar um criança é um crime. Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la. O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!! ** Se gostou, repasse. Juntos podemos salvar uma vida!

Você sabe desde quando Deus te ama?
DESDE O VENTRE DA TUA MÃE!

Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia.(Salmos 139:16)

(A foto é da Arquidiocese de Brasília)


A história me foi enviada por Jandrea, uma querida amiga, tanto ela quanto eu desconhecemos a autoria.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Minhas andanças




Meus amigos querem saber a causa de meu sumiço. Estou com muitas saudades de todos, mas entre as minhas plantas, a casinha da Nandinha e os afazeres domésticos tem sobrado pouco tempo e neste final de semana, aproveitei (que não sou de ferro) e fui dar umas voltas com o maridão. Aproveitei também e trouxe um pouco do passeio para vocês, meus amigos queridos. Não são fotos espetaculares de paisagens deslumbrantes, pois eu fui passear no mato (antes que seu lobo venha), portanto as fotos que verão são de mato mesmo, beira de rio (Rio Paraiba). não existe nada melhor para energizar, do que um passeio pelo mato. Espero que gostem. Na próxima postagem vou mostrar a casa da Nandinha, ainda em construção e todo o seu mobiliário, também em construção.






Não gosto muito de jaca, mas que são lindas, não se pode negar...

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Reciclagem

Antes de falar da minha hortinha, que me dá muito trabalho, mas também, muito prazer, vou mostrar um trabalho incrível, desenvolvido por uma jovem senhora aqui de Barra do Piraí.
Trata-se de sacolas de compras feitas com fibras de tabôa. Lindas, ecologicamente corretas, aliás, mais do que corretas, já que são bio degradáveis e feitas com um material abundante, nas beiras de rios e lagoas. Luciana só tem um problema, encontrar quem queira aprender sua arte. Salvar o planeta, não depende só das autoridades, mas acima de tudo do esforço de cada indivíduo. Quando eu era pequena (não faz muito tempo...kkkkk) lembro muito bem de que minha mãe ia ao mercado com sacolas iguais a esta. Não vejo motivos para que não adotemos esta prática novamente.
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